O Zoei Grandão, a única forma evoluída de escrita, o texto mais importante do país (mais importante do que a Constituição Brasileira, “um livreco” segundo o Editor), deixa claro que não tem qualquer ligação com a passeata realizada ontem em São Paulo e que causou, aqui na redação, uma espécie de furacão Katrina de zoadas grandonas. Acho que desde o dia em que eu fiquei com uma menina que tinha o apelido de piscina na favela, eu nunca vi tantas zoadas grandonas.
Pois bem, o mote da campanha é o “Fora Lula”. Entre gritos de ordem como “ca-cha-cei-ro” e “va-ga-bun-do”, 2 mil pessoas foram a frente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo -Fiesp, para protestar e zoar grandão. Destaque para a faixa “Lula, relaxa e vaza”. Se ficasse só nisso, seria mais um entre tantos no país (e que, modéstia a parte, achamos que a maioria lêem o ZG. Só não contam porque fica chato roubar nossas idéias), mas os protestantes resolveram elevar o zoei grandão a um nível poucas vezes vistos. Bem parecido com aquela vez em que os americanos resolvarem vestir um capuzes e colocar fogo em umas cruzes.
“Militantes pela redução da maioridade penal, pelos “direitos humanos (só) para humanos direitos”, pela imediata construção de um partido nacionalista conservador, e até o movimento “República de São Paulo”, que pretende a separar o estado do restante do país apareceram na manifestação”
Existe uma coisa pior que o gaúcho separatista: um paulista separatista. O cara quer realmente que o Kassab seja uma espécie primeiro-ministro da Rapública de São Paulo? Imagina o boca-de-ovo discursando na ONU? Pô, eu ia para a Bolívia. Lá pelo menos o uísque é barato e o gás eu mesmo produzo. *salva o humor e zoa grandão*
“Amiga do coronel Ubiratan Guimarães, o comandante do chamado “Massacre do Carandiru”, que resultou na morte de 111 detentos de um complexo penitenciário paulista, a empresária Ana Prudente, 49, era uma das mais entusiasmadas participantes. “Ele [o coronel Ubiratan], se estivesse vivo, certamente estaria nos apoiando. Ele era desses que nunca fugiu à luta”, disse. O coronel foi assassinado no ano passado”.
Se o Coronel Ubiratan estivesse vivo, os adesivos “Ubiratan-tã” seriam vendidos aqui no Zoei Grandão.
“Com os cabelos loiros e impecavelmente alisados, a empresária e estilista Patricia Guizzardi, 37, recusava ser chamada de representante da “elite branca” (expressão cunhada pelo ex-governador Claudio Lembo). “Eu acho esse comentário até racista. Sou povão. Passei dez carnavais seguidos no Rio de Janeiro, sambando no meio de negros”.
Hahahahahahahahaha, eu passava a mão sem dó. Pô, loira e tal, no samba. Zoa Grandão!
Vendo pelo prisma do quanto de material a passeata rendeu, o Zoei Grandão resolve por apoiá-la. Se tiver umas dez dessas por mês, eu acho que finalmente ganho um salário por aqui (ZG! ZG! ZG!)