Waldir Agnello, pastor evangélico e deputado pelo PTB, quer abolir a lei antidiscriminação instituída em São Paulo. Pela lei, qualquer ato discriminatório contra a orientação sexual da pessoa pode ser punida até com prisão. Se alguém te chamar de machão, você tem direito de mandar o veado para o modelo de cadeia paraense, caro leitor.
Agnello, homem que tem duas receitas bem rentáveis, acha uma veadagem a lei. “Não tenho viés discriminatório ou homofóbico, mas gosto dos bons costumes”, disse o deputado. A esposa do pastor contou em off para o Zoei Grandão que ele gosta mesmo é do velho fio terra. “Meu marido chega a gritar ‘enfia não só a emenda, mas a carta magna toda’ quando praticamos esse ato vexatório perante Deus”, disse a senhora do pastor, enquanto vestia a roupa e acendia a luz do quarto. O ZG tentou mais informações, mas ela só fala em off e é dificil tomar nota no escuro com as mãos ocupadas.
O deputado pastor e corno já tentou diversas vezes derrubar a lei que impede a veadagem de ser chamada de veadagem. O assunto voltou a tona graças ao imbróglio com o deputado Carlos Gianazzi, punido por levar o transformista Nick Peron à Assembléia de São Paulo. Como é sabido, a putaria entre pessoas do mesmo sexo é proibida na Assembléia. A única exceção à essa regra ocorreu com a Erundina, por razões de desconhecimento total da raça alienígena a qual ela faz parte.
Os evangélicos tem a força na Assembléia pau(ui!)lista. O texto que insititui o dia do Orgulho Gay ainda circula pela casa de paetés e tudo o mais e ninguém o aprova. O texto, de autoria do deputado Renato Simões “derrapa” desde 2002, procurando o quiabo para escorregar de vez.
Zoei Grandão. Baitola mesmo seria se o “cara” chamasse Evita Nolte.
This entry was posted on Friday, November 30th, 2007 at 1:18 pm and is filed under Cotidiano. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.