O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, declarou hoje que cortar o orçamento vai ser uma “tarefa muito dura”. A declaração causou alvoroço no Senado e na Câmara. “Se a tarefa é dura, eu tô aí, apoiado no colo do governo”, declarou o deputado Clodovil Hernandez, que antes só queria ver a base governista pelas costas. Já o Senador Almeida Lima disse estar indignado com o ministro Bernardo. “Quem ele tá chamando de boneca? Quem?! Quem?!”, exaltou-se o senador, sendo acalmado com um chá de camomila com sidreira e rosas indianas pelo tucano Tarso Genro é uma porra, sou Jereissati.
A declaração de Bernardo, que causou tremoço nas Casas da Mãe Joana, diz que há “uma tarefa muito dura para fazer. Isso, certamente, provoca alguma celeuma”. Lula entendeu metade do recado e tomou um Dreher, desce macio e reanima, afirmando que “nunca na história desse país alguém deu duro quanto ele”. Fernando Gabeira retaliou a declaração dizendo que, na época da Ditadura, o que ele mais fazia era dar duro como comunista, jornalista, carioca e veado.
Já Dona Marisa, quando perguntada sobre a possível “celeuma” citada por Bernardo, respondeu “quem, eu?”.
O Sindicato dos Puteiros e Casas Onde a Cerveja é Mais Cara já prevê algum imposto sobre os seus serviços, uma vez que a “tarefa muito dura” do país se concentra nos meretrícios. Perguntado sobre o assunto, Oscar Maroni, ex-presidente das Bahamas Club disse que, se eleito prefeito de São Paulo, fará uma lap dance para Gilberto Kassab.
Zoei Grandão. Trabalho duro é o nosso, que não damos moleza para sua mãe.
This entry was posted on Wednesday, January 9th, 2008 at 3:54 pm and is filed under Economia. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.