“Tenho de admitir que o caso de Palm Beach teve um antecedente. Em 1985, na mesma cidade, apanhei uma gravata e saí sem pagar. Fui barrado por um segurança na porta, então barganhei o preço da gravata e consegui sair”, confessa Sobel. O rabino ainda destacou que estava sob efeito de remédios quando supostamente furtou uma gravata pela segunda vez. “Lembro-me que entrei numa loja e saí… Entrei na segunda loja e não me recordo de mais nada. Creio que esqueci de pagar, mas meu povo é perseguido, entao pode ter coisa do Goebells aí”, mente.
O prefácio do livro será do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Mesmo pensando que o Sobel, o livro e as gravatas são obras de seu maravilhoso ego, FHC era a escolha mais clara, visto que os textos do Sarney são ruins, o Collor não fede mas chera, Itamar tem problemas com professores e o Lula sempre esteve fora de cotigaçao. Menos no Almanacão da Mônica, onde o atual presidente é quase um Saramago.
Zoei Grandão. “Um homem, um rabinHO” é uma obra de dois personagens: Zoei Grandão e sua mãe, respectivamente.
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