por O Redator, direto da redação | 23/03/2008 - 2:58 pm

Luciano Huck foi mais uma vez vítima da violência. Depois de ser assaltado em uma esquina de São Paulo, onde levaram seu relógio Rolex, Huck agora foi atacado por uma horda de mosquitos da dengue no Piscinão de Ramos, onde desfrutava de uma agradável tarde com a esposa Angélica e os dois filhos. Eles foram de táxi.

O ZG vem externar sua indignação contra mais um atentando cometido com o apresentador. Obrigado a fugir de São Paulo com seus 25 Rolex e agora atacado no Rio, Huck é mais uma vítima das metrópoles, onde a violência impera e as idéias originais desaparecem como se estivessem no braço de Luciano. Como veículo de imprensa sério e comprometido com os ideais de um país justo, diferente de outros órgãos de imprensa que divulgam bazófias sobre um assalto qualquer, o ZG cede espaço para que Luciano Huck possa mostrar toda a sua indignação com o descaso das autoridades à pessoas sofridas como ele, que teve de amargar horas de fila em uma maca no Miguel Couto.“Fui mais uma vez vítima de um ato vil e torpe. Passando o final de semana com a minha família em Ramos, onde comíamos um delicioso frango com polenta acompanhados de Nova Schin sem gelo, eu, Angélica, Joaquim e Benício, meus dois filhos com nome de donos de botequim, fomos atacados por uma legião de mosquitos Aedes Aegypt. Ciente das condições sub-humanas as quais esta comunidade é submetida, sei que é um tanto injusto condenar o ato por eles executado. Porém, me causa espanto ter de compreender que o direito a eles negado venha a prejudicar um final de semana com a minha família. Entendo que o Estado não fornece a estes pobres indivíduos condições humanas, mas isso não significa que toda a minha riqueza acumulada com a venda de Rolex venha a ser roubada por conta do problema de outrem.

Me senti invadido. Me senti usado. Senti como se tivessem me jogado na parede e me chamado de lagartixa. Quando os mosquitos chegaram, tentei não demonstrar medo, afinal de contas são cidadãos cariocas como eu, o César Maia e o Jamelão. Mas em um arroubo de violêcia gratuita, os mosquitos da Dengue, junto com a Xuxa e o Praga, me atacaram e chuparam meu sangue ao som de uni-duni-tê. Sádicos, sem dúvida. Como resultado deste ato bárbaro, fui parar no Hospital Miguel Couto, onde fui muito bem atendido depois de 27 horas bem internado em uma maca no corredor deste centro médico reconhecido mundialmente pela sua excelência. Para dar uma mostra de como fui bem atendido, minha maca estava próxima ao bebedouro. Infelizmente a água havia sido cortada, pois é de conhecimento público que os mosquistos Aedes Aegypt procriam em água parada.

Sei que o Governo Federal, através do PAC em Caixas D’água, busca resolver o problema desta classe social desprovida de humanidade. Mas sinto que os resultados seguem pífios, para não dizer nulos. Como vítima, sinto-me instado a avisar a população os perigos que um simples comerciante de relógios e, por vezes, apresentador de TV, está sujeito, tanto quanto o César Maia ou o Jamelão. Sendo assim, a única solução encontrada por mim é pegar toda minha família, me aboletar em um ônibus e mudar para o Piauí.”

Zoei Grandão. Picando sua mãe deste o verão de 67.

This entry was posted on Sunday, March 23rd, 2008 at 2:58 pm and is filed under Editorial. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

2 merdas

    March 23, 2008 @ 3:34 pm


    Cheio da grana e vai no picinão kkkkkkkkkkk
    Que merda!!

    Por Eduardo
    March 28, 2008 @ 6:27 am


    Genial!
    qw~çleqw~çelqw~çelqwç~elwqe
    we~çlwqeç~lwqe

    Por nhock
Fale merda. Reclamações da sua mãe serão ignoradas.

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